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Estupro de bombeira no Parque Olímpico ocorreu quando supervisor estava em horário de trabalho



O Boletim de Ocorrência referente ao estupro de uma bombeira por um segurança no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, indicou que o acusado, Genival Ferreira Mendes, deveria estar monitorando a segurança quando cometeu o ato. O crime aconteceu no domingo (31), enquanto a bombeira dormia em um quarto no velódromo. Genival foi preso em flagrante.
Segundo a ocorrência, o soldado da força nacional e testemunha do caso, Francisco Victor Calvet, achou estranho Genival ter deixado o posto e ido para o quarto de descanso, uma vez que o segurança salientava que os turnos são de 12 horas ininterruptos, e ele ainda não o havia cumprido integralmente.
versão foi confirmada pela vítima, que denunciou a tentativa de estupro ao soldado, que deu voz de prisão ao supervisor de segurança. Segundo o BO, o quarto de descanso não possui câmeras de segurança.
“Eu era bombeira de um outro supervisor chamado Luís e ele [Genival] pediu para trocar o turno das bombeiras naquela noite. Há ao lado da sala de vídeo monitoramento do velódromo do Parque Olímpico um quarto de descanso, e ele disse que eu poderia ir para lá, pois deveria estar cansada. Pensei que ele fosse ficar na sala, verificando o que acontecia no parque por meio dos monitores. Dormi e acordei com ele em cima de mim, com as mãos no meu peito, na vagina”, contou a bombeira.
Na manhã desta segunda-feira (1º), o ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), classificou o caso como pontual. "Problemas pontuais como esse, de denúncias de eventuais crimes que tenham ocorrido na Vila [no caso, Velódromo], serão investigados pela polícia e, se ocorreram, aquele que cometeu crime sofrerá as penalidades da lei, não tenha dúvida", afirmou Picciani.

Posted by Redação Online 15:41:00. . .

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