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HISTORIA DE ITABERABA BAHIA

HISTORIA DE ITABERABA 




O município de Itaberaba localizado no centro leste do Estado da Bahia, nas margens da BR 242 (Salvador/Brasília), é considerado o Portal da Chapada Diamantina. Eram os índios Maracás que dominavam todo o Vale do Paraguaçu, porém vencidos pelos conquistadores a partir de 1673. Um marco significativo na historia de Itaberaba é a construção da capela de Nossa Senhora do Rosário do Orobó, edificada em 1809 por Antonio de Figueiredo Mascarenhas e, assim, em volta desta capela se desenvolveu a cidade atual. “É justamente aí neste centro histórico que estão as construções mais antigas, casarões coloniais, que ainda guardam um pouco da história antiga de Itaberaba”.

O nome da cidade de Itaberaba que, literalmente, na língua indígena significa pedra reluzente, ou pedra que brilha, é proveniente de uma pedra que está situada a 25 km da cidade e ergue-se majestosamente no meio do vale, destacando-se assim para se originar o nome da cidade.
Dentre alguns dos atrativos da cidade podemos citar o Monte do Bom Jesus, por oferecermos uma vista panorâmica privilegiada de toda a cidade, e o Açude Juracy Magalhães, construído sobre o Rio Piranhas em um antigo poço chamado de Urubu, inaugurado em 14 de janeiro de 1933, açude este que pode e deverá ser ainda num futuro próximo, uma forte potencialidade de atração turística, pois ele possui uma visão espetacular, além de ter toda uma infra-estrutura que pode ser explorada para dar maior suporte a riqueza e ao desenvolvimento da cidade, e toda região da Chapada Diamantina, visto que Itaberaba é um grande centro comercial e um importante suporte de pólo de desenvolvimento. Por isso, é que Itaberaba é o Portal da Chapada Diamantina.
A região, que hoje incorpora o município, integrou a capitania da Bahia de Todos os Santos (1535-1548) e foi cedida através de sesmarias às pessoas abastadas, sendo vendida por seus sucessores, aproximadamente cem anos depois, a aventureiros vindos de vários pontos. Um deles foi o Capitão Manoel Rodrigues Cajado, que transformou estas terras na fazenda São Simão por volta de 1768.

Na época do Descobrimento do Brasil, as terras que hoje pertencem ao município de Itaberaba já eram habitadas pelos grupos indígenas dos Maracás, da raça dos tapuias, do grupo lingüístico Quiriri, que antes viviam no litoral de onde foram expulsos pelos Tupinambás e/ou Tabajaras.
Mais tarde em 1806, a fazenda foi comprada por Antônio de Figueiredo Mascarenhas, que construiu na parte central uma capela consagrada a Nossa Senhora do Rosário, aglomerando-se ao seu redor um núcleo de moradores para em 1817 ficar conhecido por Rosário do Orobó, então pertencente a vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira.

Em 26 de março de 1877, o município elevou-se a categoria de vila do Orobó com a Primeira Câmara instalada em 30 de junho de 1877, tornando-se político-administrativa, assumindo a função executiva e legislativa. Na data 25 de junho de 1897, vinte anos depois de emancipada politicamente foi elevada pela lei estadual nº. 176 a categoria de cidade, recebendo o nome de Itaberaba, que em Tupi-guarani significa pedra que brilha.
Castro Alves no final do século passado, 1867 a 68 visitou Itaberaba sendo hóspede do tenente Coronel Franklin de Menezes Fraga e concluiu o livro "A Cachoeira de Paulo Afonso", na Fazenda Santa Isabel, em homenagem à sua eleita Leonídia Fraga.

Posted by Redação Online 04:59:00. . .

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